Apresentando ALAC.js

O ALAC.js nada mais é do que uma biblioteca javascript que decodifica o formato Apple LossLess Codec, pra quem não entendeu, essa biblioteca decodifica um stream no formato Apple LossLess e toca nativamente direto no browser, sem a necessidade de ter nenhum codec instalado na máquina.

 

 

Com browers cada vez mais rápidos esse tipo de abordagem vai ser cada vez mais comum no futuro. Uma prova disso é que Já fizeram o JSmad, implementação JavaScript para a libmad que decodifica MP3 ehehhe

Confira

Não basta ser livre, tem que medir o seu com o do outro

Lista de fabricantes de software e comunidades e suas respectivas contribuições ao projeto Xorg :


Apple (5.61%)

- Ben Byer (2.49%)
- Jeremy Huddleston (3.11%)

Debian (1.42%)

- Bastian Blank (0.03%)
- Branden Robinson (0.01%)
- Brice Goglin (0.06%)
- David Nusinow (0.65%)
- Drew Parsons (0.25%)
- Gerhard Tonn (0.01%)
- Julien Cristau (0.35%)
- Kanru Chen (0.01%)

FreeBSD / NetBSD (1.42%)

- Christian Weisgerber (0.01%)
- Jared D. McNeill (0.01%)
- Jeremy C. Reed (0.29%)
- Matthias Drochner (0.01%)
- Matthieu Herrb (1.06%)
- Otto Moerbeek (0.01%)

Gentoo (0.37%)

- Daniel Drake (0.05%)
- Donnie Berkholz (0.27%)
- Hanno Boeck (0.01%)
- Joshua Baergen (0.03%)

Mandriva (0.18%)

- Ademar de Souza Reis Jr (0.03%)
- Gustavo Pichorim Boiko (0.06%)
- Paulo Cesar Pereira de Andrade (0.08%)

Novell / SuSE (3.95%)

- David Reveman (0.56%)
- Egbert Eich (1.52%)
- Greg Kroah-Hartman (1.04%)
- Luc Verhaegen (0.15%)
- Matthias Hopf (0.66%)

Red Hat (15.98%)

- Adam Jackson (9.35%)
- Adam Tkac (0.01%)
- Bill Nottingham (0.01%)
- Carl Worth (0.13%)
- Dave Airlie (1.18%)
- Dave Jones (0.01%)
- David S. Miller (0.01%)
- Kevin E Martin (1.69%)
- Kristian Høgsberg (2.00%)
- Mike A. Harris (0.01%)
- Owen Taylor (0.08%)
- Rik Faith (0.05%)
- Søren Sandmann Pedersen (1.40%)

Tungsten Graphics (4.07%)

- Alan Hourihane (1.38%)
- Brian Paul (0.03%)
- Michel Dänzer (2.22%)
- Roland Scheidegger (0.03%)
- Thomas Hellstrom (0.18%)
- Zack Rusin (0.20%)

Fonte

Alguém pode me explicar oque a apple faz nessa lista (5.61%) Vcs viram o time do redhat/fedora (15 %) ? Gentoo já participou mais (0.37%)…. ? Cadê o ubuntu ?

EFIX – O Hackintosh definitivo ?

A empresa EFIX lançou o que podemos chamar de MAC Intel de Bolso. Trata-se de um chaveiro USB que contem um emulador de EFI, um substituto superior do BIOS, o que permitiria a instalação de DVDs originais do Mac OS X ! Olha o vídeo :



Com um treco desses até me animo a cultivar Hackintoshs novamente… O meu ultimo foi desativado assim que comprei o macbook pro.

Snow Leopard

A apple anunciou o Snow Leopard , aka: MAC OSX 10.6. O sistema aparentemente será robusto, vai trazer a tecnologias novas como OpenCL , que permite usar a GPU como co-processador, ZFS etc… Ele vai suportar também o Microsoft Exchange, multiplos processadores, sistema totalmente 64bits etc…

Mas o Jobs deu uma dica boa… Ao anunciar o novo sistema disse que ele terá binários menores, menor consumo de memória, ou seja, seria o fim dos binários universais ? Acho que sim, olha só o que chegou pros developers:


noppc

É a pá de cal nos macs PPC 🙁

time machine no linux com rsync

Como todos sabem, eu adoro o Leopard, e gosto muito do seu sistema de backup, é ridiculamente simples. Até mesmo sua implementação é simples, ele cria um diretório para cada hora, e a partir de um rsync de tudo vai fazendo cópias incrementais dos arquivos modificados (novos), e hardlinks de todos os outros. Então dentro de cada diretório ele tem uma cópia do sistema inteiro, mas gastando quase nada de disco, afinal são hardlinks.

time-machine-rsync

Procurando pelo sistema perfeito de backup (não existe, eu sei), acabei escrevendo um script ridiculo que funciona de forma parecida com o Time Machine da apple, mas sem todos aqueles efeitos especiais e nem a integração com os softwares do sistema. Pra usar basta instalar o rsync na máquina que vai receber os backups e na máquina que será backupeada, o código é esse :


cd /mnt/backup && \
rsync -ptvr --delete  user@maquina:/home/user/ last ; \
cd last && \
find | cpio -dplm ../new && \
cd - && \
mv last `date +%Y%m%d` && \
mv new last

O script deve rodar na máquina que vai receber o backup , o primeiro “cd” é no diretório onde o backup será realizado, depois o rsync transfere o diretório para “last”. O script entra em “last” e cria hardlinks para todos os arquivos, e cria seus diretórios pais no diretório “new”. Então o script volta para o diretório anterior renomeia o diretório “last” para um com a data de hoje para o nome, e finalmente move o diretório “new” para “last.

Parece confuso, mas é bem simples, ele baixa o backup para last faz o diff para new, move o last para
a data de hoje, e move o new para last. Isso faz com que o rsync baixe apenas os novos arquivos do backup e armazena uma cópia completa do sistema em cada diretório datado. Assim para recuperar um arquivo do dia X , basta entrar no diretório X. Como expliquei, as cópias não ocupam espaço pois são hardlinks, genial né ? Rsyn e cpio são ferramentas antigas, pq ninguém pensou nisso antes ?

Quando mostrei esse script para alguns conhecidos, me perguntaram se eu faria uma interface bonitinha como o do Time Machine, minha resposta é não. Pois cada linux é um linux, cada distro é uma distro, cada gerenciador de arquivos é um gerenciador de arquivos. No mundo livre, não temos padrões, e escrever código pra integrar todo mundo é impossível… No mac os x o padrão existe, todas as ferramentas apple estão integradas com o Time Machine, pois a Apple define os padrões, e que não segue não desenvolve pra OSX.

Aproveite o script