Configurando wireless Broadcom no Fedora 8

Fedora é um amor de distribuição, não sei explicar… é tudo tão redondo ! Hoje vou falar de como configurar uma placa wireless bcm4319 que veio no Notebook Compaq C710br do Thiago.

Essa placa até funciona com o linux, mas a firmware só é disponibilizada nos drivers do windows , então devemos extrair a firmware e só então usar o driver. A ferramenta que usamos é a b43-fwcutter
mas esqueça b43-fwcutter que vem no fedora 8, ela é muito velhinha, pode remover com o yum se quiser. Para instalar a versão 011 faça :


wget http://bu3sch.de/b43/fwcutter/b43-fwcutter-011.tar.bz2
tar -xjvf b43-fwcutter-011.tar.bz2
cd b43-fwcutter-011
make

Agora vamos extrair o firmware :


cd
wget http://downloads.openwrt.org/sources/broadcom-wl-4.80.53.0.tar.bz2
tar -xjvf broadcom-wl-4.80.53.0.tar.bz2
cd broadcom-wl-4.80.53.0/kmod
../../b43-fwcutter-011/b43-fwcutter -w "/lib/firmware" wl_apsta.o

Com isso a firmware vai para o diretório /lib/firmware/43 e finalmente sua placa wireless vai funcionar, não é legal ?

Compartilhando wifi com Leopard

Ok, parece ridículo, mas levei 2 horas pra descobrir que compartilhar rede usando o Leopard é ridículamente simples, mais fácil que no Tiger. Então vamos lá :
System Prefs > Sharing > Internet Sharing, escolha o wifi como fonte de internet, e marque os dispositivos que serão beneficiados com a rede, ou seja, firewire, ethernet, bluetooh etc…
Apó essa configuração as máquinas clientes devem ser configuradas pegar o IP por DHCP.

Eu demorei tudo isso, simplesmente porque no linux além de usar os comandinhos básicos normalmente os ips do cliente são criados estaticamente, ou seja, eu estava configurando os clientes para uma rede que não existia…. Só depois vi que o Leopard cria automaticamente os aliases nos devices e de quebra levanda um mini-dhcp server para os clientes…

Acessando o VirtualBox de fora

VirtualBox é um emulador de PCs,e assim como o VMware é capaz de criar máquinas virtuais que permitem rodar N sistemas operacionais ao mesmo tempo. A diferença entre os dois é que o VirtualBox é livre (possui versão paga) , e o vmware é totalmente fechado e caro. Ok, podem me chamar de traidor do movimento, mas o VMware comanda, em todos os sentidos ele é melhor que o VirtualBox, por isso sou beta tester e não pago por ele 😛

O grande problema do VirtualBox é a dificuldade de se fazer coisas simples, como configurar uma Bridge entre o sistema real e o virtual, enquanto no vmware ou parallels tudo é ridiculamente simples, no virtualbox chega quase a ser um parto, duvida ?

O sistema usado para os testes foi o debian lenny , segue a instalação dos pacotes de bridge, estou assumindo que o seu virtualbox já está rolando :


apt-get install bridge-utils iproute iptables

Use os seguintes comando no terminal para ativar o bridge :


# Configurando a interface virtual Tap1
tunctl -t tap1 -u
ip link set up dev tap1

No campo coloque o nome do usuário que vai fazer a ponte.


# Criando a ponte
brctl addbr br0
brctl addif br0 tap1

Finalmente arrumando os IPs:


# set the IP address and routing
ip link set up dev br0
ip addr add 10.1.1.1/24 dev br0
ip route add 10.1.1.0/24 dev br0

O IP 10.1.1.1 é o ip do Host que a máquina virtual vai usar como gateway, ou seja, sua máquina virtual vai ter que usar um ip da mesma rede do gateway.

Agora o mais divertido, configurando o iptables para rotear uma porta da máquina virtual para a máquina real :

echo 1 > /proc/sys/net/ipv4/ip_forward
iptables -t nat -A PREROUTING -i eth0 -p tcp -d xxx.xxx.xxx.xxx --dport 8080 -j DNAT --to 10.1.1.2:8080
iptables -A FORWARD -i eth0 -p tcp -d xxx.xxx.xxx.xxx --dport 8080 -j ACCEPT

No lugar de xxx.xxx.xx.xxx.xxx use o IP da sua máquina real. Agora a porta 8080 da máquina virtual é acessível de fora, ou seja da porta 8080 máquina real

Pra finalizar, você deve configurar o seu VirtualBox para usar uma Host Interface nas configurações de rede, o Device a ser usado deve ser a tap1, e mais uma coxisse que deve ser corrigida, as permissões dos devices que o VirtualBox usa :


chmod 666 /dev/vboxdrv /dev/net/tun

Sem isso nada vai funcionar, alias o programa vai dar um erro -3100, mensagem nada intuitiva.

Na boa, VirtualBox é um programa muito mal acabado, sua interface aparentemente simples esconde verdadeiras armadilhas para um usuário comum ou alguém com pouco tempo livre para pesquisar em fóruns por soluções. Eu gastei umas duas horas lendo a documentação oficial em PDF e só perdi meu tempo. Apesar de tudo ele tem um desempenho decente, mas como disse, não é um software pronto, e com concorrentes como vmware e parallels sua viabilidade economica está correndo perigo.

E viva o qemu !!!

Software separa notas músicais

DNA (direct note access) é o nome da tecnologia que permite alterar uma nota musical ou mesmo seu pitch. Você pode por exemplo pegar um mp3 polifônico e alterar o tom da guitarra, apenas , da guitarra . Imagine, alterar toda a melodia de uma música já pronta um sonho para quem mexe com áudio digital.

Não ! Não é software livre, é tecnologia proprietária e nem por isso menos impressionante, veja o vídeo.

Negociador Chinês

Quem aqui lembra do sequestro do ônibus 174 no Rio, que depois de horas e horas de negociação os caras do BOPE erraram, e acertaram a refém ? Ah ! Não acredite na versão do terra, me lembro muito bem que o cara foi levado vivo no camburão, mas chegou morto (sufocamento) no PS.

Na china eles são eficientes, nada de operações mirabolantes e nada de sustentar vagabundo na cadeia.

Bandido diz “oi”, e faz exigências

Policial ouve atentamente novas exigências

Policial atende as exigência da melhor forma possível

Negociação bem sucedida

Como disse nosso amigo do relatorium, se fosse aqui o cara ia exigir garantia de vida e benefícios na cadeia.

Veja o que o Dalborga pensa sobre o caso :

Me chamem de facista, pra mim bandido bom é bandido no colo do capeta 🙂